Livros e Músicas são minhas drogas.

Escrevo para encontrar em minhas personagens a sinceridade que não encontro nas pessoas de carne e osso. Escrevo para enxergar um sentido simples em abrir os olhos todas as manhãs. Escrevo para expressar até onde vai meus sentimentos pelas pessoas que amo. Escrevo para expulsar meus demônios e mascarar meus defeitos. Escrevo para tornar a vida doce e minha morte iminente mais confortável.

- Daniel Ramone
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Laura não estava contente com seu casamento, mas não era por Renato ser um marido relapso. Apenas chega uma época em que as necessidades sexuais de uma mulher exigem mais criatividade. Ela já estava cansada do básico, papai mamãe e cachorrinho lhe dava tanto tesão quanto um filme de terror. Juro que se ele subir encima de mim essa noite, capo ele, disse ela.
          Subiu as escadas até o quarto, tirou a roupa e se admirou no espelho do armário. Era uma mulher com o corpo notável. Os peões da obra ao lado costumavam lhe assoviar e chamá-la de gostosa. Ela fingia não gostar, mas seu ego se deliciava a cada cantada.
          Resolveu tomar um banho para dormir. Enquanto a água escorria entre os seios fartos e a virilha, pensou em se tocar um pouco, mas até para aquilo os anos de sexo frustrante lhe tiraram o apetite. Será que o sexo é motivo para o divórcio?, ela pensou.
          Enquanto escolhia a roupa de dormir, notou pelo barulho da porta abrindo que Renato enfim chegou. Já era muito tarde, mas do jeito que se encontrava sua relação, não se importaria se ele arranjasse uma amante.
          Mas que estranho. Teve a impressão de que ouviu mais passos do que o normal sobre a escada.
- Querida, Renato chamou da porta.
          Ela respondeu com um muxoxo. Renato a abraçou pelas costas, um gesto que ela ainda apreciava devido ao teor romântico.
- Tenho uma surpresa pra você. – Disse ele.
          O que seria agora? Mais uma jóia? Um vestido? Mas de repente Renato deslizou a mão em suas coxas por dentro da toalha, o que a alarmou. Não, ela pensou, suplicando para que ele só estivesse querendo brincar. Contudo, Renato foi além, e as mãos dele subiram rapidamente aos seios dela, fazendo cair a toalha. Valeria a pena brigar? Não, ela deixaria que ele se divertisse mais uma vez mesmo sem compartilhar um décimo da situação.
          Empurrou-a sobre a cama, e este gesto bruto a surpreendeu. Deitou sobre ela, abrindo-lhe as pernas e deixando sua buceta totalmente exposta, mas eram os seios que ele queria e logo sugou-lhe os mamilos com a boca. Ela queria acelerar o sexo, não porque tinha vontade, e sim porque achava que quanto mais rápido terminasse, melhor.
          Laura deslizou a mão pela calça de seu marido e lhe segurou o pau com firmeza. Estava meio mole, mas com três punhetadas ficou duro como um bastão. Ela o virou sobre a cama, ficando por cima dele. No movimento, as calças acabaram caindo graças ao cinto aberto, ele que se virasse com a camisa. Sendo assim ela o chupou, e fez naquele pênis médio o serviço de uma puta. Ela o masturbava, passava a língua sobre a cabecinha e o deixava todo babado. Laura torcia para que seu marido gozasse de uma vez e acabasse com tudo, mas ele resistiu, mordendo os lábios e se contorcendo como um virgem. Então ela decidiu apelar. Desceu a boca sobre aqueles dezessete centímetros até que a cabeça dele tocasse sua garganta. Arrependeu-se de classificar aquele pau como médio agora que ele quase a fazia se engasgar. Goza de uma vez, filho da puta, eu aqui te deixando jogar na minha boca e você se fazendo de rogado, ela pensou.
          Laura não agüentou mais e tirou o caralho da boca. Quase vomitou. Mas lá estava aquele “viado”, com o pau duro e perfeitamente inteiro enquanto ela tinha o rosto vermelho de tanto tossir e um pentelho preso nos lábios. Tomou isto como ofensa. Renato vai gozar iria gozar por bem ou por mal, rápido de preferência.
          Subiu encima dele, esfregou o cacete dele em sua própria boceta na esperança de ficar molhada. Consegui, parte era seu mel de mulher e parte era sua própria saliva que ficou no pênis do marido. Com cuidado encaixou a cabecinha em sua buceta, desceu até a metade devagar, mas o resto do caminho sentou com força pra castigar aquelas bolas. Ele sentiu o impacto, mas não reclamou. Então Laura fez o que quis sobre o marido, foi pra frente e pra trás, da esquerda para a direita, girou a cintura em círculos perfeitos. O pau dele até acertava o ponto, porém, faltava alguma coisa como sempre. Não era o suficiente para fazê-la gozar.
- Agora. – Disse Renato de repente, fugindo do êxtase sexual e olhando para alguém atrás deles.
- Rê, o que é isso? – Laura perguntou surpresa.
          Logo duas mãos estranhas lhe pegaram pelo ventre e subiram até seus peitos, apertando-os com vontade.
- Não é por nada não, brother, mas sempre fui tarado nos peitos da tua mulher. – Declarou Cesar, nu e ajoelhado atrás de Laura.
          Ela tentou resistir e protestar, mas seu marido lhe implorou que ela relaxasse. Sim, ela devia ter gritado e resistido com mais vontade, mas sempre foi sua tara ter dois machos lhe dominando.
          Sentiu o pau de César roçar em sua bunda, enquanto isso Renato subia e descia com o quadril para socar na sua buceta. Finalmente redescobria o tesão após anos, estava entorpecida pela sensação. Só voltou a si quando a cabecinha de César foi empurrada contra seu cu. Tentou impedir balançando o quadril, mas o próprio Renato a aquietou com um tapão em sua bunda. César a segurou pelos ombros e estocou aquele pau no seu cu sem muita piedade, não devia ser maior que o do marido, mas por trás até um supositório vira um pesadelo.
          Ameaçou gritar, de dor e de desespero, mas César tapou-lhe a boca. Agora os dois a fodiam, deixando de lado qualquer aspecto romântico e a reduzindo a um objeto. No começo achou que se tratava de estupro, mas não podia negar que no fundo estava gostando de ver sua fantasia sendo realizada. Quando César estava certo de que ela não iria mais resistir, soltou a boca dela e se dedicou a comer a comer a mulher do amigo e aproveitar a ocasião. Renato no começo não gostou da ideia de dividir o que era seu, mas ao ouvir Laura gemendo daquele jeito ficou tão excitado que cortava um dobrado para não gozar e se tornar o primeiro a ser expulso da festa. Laura tinha raiva por ter sido pega de surpresa, mas o prazer era maior do que Deus!  
          Os dois socavam nela num ritmo que parecia combinado. Quando Renato ia, César vinha. E quando César ia, era Renato que cedia. Já Laura gemia mais alto e sentia que estava quase em seu apogeu. César lhe puxava pelos cabelos, enquanto seu marido lhe massageava as tetas.
- Não goza ainda não, a surpresa não acabou. – Disse Renato, novamente deixando o sexo de lado para fazer sinal para alguém.
          Será outro amigo? Bem que poderia ser o Rodrigo enfiando aquele pacote todo na minha boca. Mas Laura quase saltou da posição quando viu Alicinha ficar de pé na cama, bem diante dela. Esperava por tudo, menos por aquela loira cuja a bunda fazia qualquer homem torcer o pescoço.
- Sei que a gente é amiga, Laura, mas eu sempre tive vontade de te comer também. – Disse a invasora completamente nua.
          Alicinha enfiou a língua na sua boca, beijando-a até que ela cedesse. Laura protestou, mas só até ver que a loira havia sentado na cara de seu marido e que rebolava com a buceta na cara dele. Renato era mesmo um pilantra. Como sabia que assistir enquanto seu marido transava com outra era a sua segunda fantasia favorita?
          E assim rolou a maior putaria que aquela cama já viu. Tudo que com que se pode alimentar a imaginação foi experimentado sobre aqueles lençóis. César e Renato contra Laura. Laura e Renato contra Alicinha. Alicinha e Laura contra César. Ai do filho da puta que ousasse gozar antes da hora, mas no fim todos têm seu limite.
          Laura estava de joelhos com a bundinha empinada e o cuzinho aberto ardendo pra cacete. De pé diante dela, Alicinha enfiava os dedos na buceta por que só gozava se tocando. Só duas gotas do orgasmo dela caíram, mas Laura adorou quando tocaram sua língua e desceram por sua garganta junto da saliva. Enquanto isso, do lado dela, os dois marmanjos se masturbavam com vontade, quase esfolando o pau no processo. Foi César quem veio primeiro, mirou o caralho na boca dela e soltou a porra quente no céu da boca de Laura, socando o pau em seguida pra se certificar de que ela engoliu. Já Renato foi mais pervertido, além de ter gozado muito mais, jogou tudo na cara de Laura de modo que tinha porra até no cabelo.
          Alicinha e César se foram sem dizer nada. Renato foi pro banho, enquanto Laura pegou no sono de tão exausta e fodida que estava. No dia seguinte teve crise de consciência e brigou com o marido, até ameaçou denunciar aquele estupro. Mas quando a noite caiu e ela olhou para a cama, pediu para Renato ligar pra Alicinha e… Para o Rodrigo. Não parava de pensar naquele pacote assumindo-a por trás. 

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Marcelo Camelo

Vai sobrar carinho se faltar estrada ou carnaval. 

Minha felicidade estaria completa se eu pudesse morder estes lábios também. 

(via fuckyeahkeira)

Sou muito egoísta, centrado em mim mesmo, para me incomodar com os outros.
Cazuza

Eu que sempre estive na contramão da opinião pública, acho que Jennifer Aniston é pequena perto dela. 

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Renato Russo,
www.mandabraza.com.br

Mais bela que essa letra é impossível. 

Escutem o mestre. 

Afrodite quem?

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Charlie Brown jr.

Essa tem história. 

Tem mulheres que ficam mais lindas com o passar da idade, e Carla é o mais perfeito exemplo disso.